Os motoristas de ônibus iniciaram uma greve por tempo indeterminado no município do Rio de Janeiro na madrugada desta segunda-feira, 29 de junho. A paralisação foi aprovada pelos trabalhadores durante uma assembleia da categoria realizada no domingo, 28 de junho. O movimento interrompe o serviço de transporte coletivo em diversas regiões da capital fluminense.
Greve de ônibus no Rio
O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região determinou a circulação de ao menos 50% da frota de cada linha durante o período de greve. O Centro de Operações da Prefeitura do Rio comunicou que o sistema de metrô, trens e barcas mantém o funcionamento regular. Esses modais alternativos servem como opção de deslocamento para a população afetada pela ausência dos ônibus nas ruas.
A determinação judicial exige a manutenção de 50% da frota operacional para garantir o atendimento mínimo aos passageiros. A Rio Ônibus declarou, em nota oficial publicada na sexta-feira, 26 de junho, que as negociações com o Sindicato dos Rodoviários permanecem abertas. As empresas de transporte afirmam que continuam empenhadas na busca por uma solução para o impasse trabalhista.
Transporte público no Rio de Janeiro
A Rio Ônibus reforçou que mantém o diálogo com o Sindicato dos Rodoviários para tentar encerrar a paralisação. O Centro de Operações da Prefeitura do Rio orienta os cidadãos a utilizarem os meios de transporte sobre trilhos e aquaviários enquanto durar a interrupção. A gestão municipal monitora o impacto da greve na mobilidade urbana da cidade ao longo desta segunda-feira.
O sistema de transporte público do Rio de Janeiro enfrenta instabilidade devido à decisão dos rodoviários de cruzar os braços por tempo indeterminado. A população depende da regularidade dos trens, metrôs e barcas, que operam normalmente conforme o informe do Centro de Operações da Prefeitura do Rio. A continuidade das negociações entre a Rio Ônibus e o Sindicato dos Rodoviários definirá o retorno da normalidade nas linhas de ônibus municipais.
Sindicato dos Rodoviários em greve
As partes envolvidas no conflito trabalhista seguem em processo de negociação mediado ou acompanhado pelas instâncias competentes. O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região mantém a exigência de circulação mínima de 50% da frota para evitar o colapso total do sistema de transporte. Novas atualizações sobre o funcionamento das linhas dependem de acordos entre o Sindicato dos Rodoviários e as empresas representadas pela Rio Ônibus.
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