Justiça leva a júri popular cinco réus em Taboão

O Poder Judiciário de São Paulo determinou que cinco réus enfrentem o tribunal do júri pelo envolvimento em um falso atentado contra o então prefeito de Taboão da Serra. A decisão judicial, confirmada em novembro de 2025, estabelece o julgamento popular para os acusados de arquitetarem a farsa contra o político. O caso mobilizou as autoridades policiais da região metropolitana durante a investigação do crime simulado.

Julgamento de réus em Taboão

A Justiça paulista mantém dois réus sob custódia, enquanto outros três acusados permanecem foragidos da lei. O processo ganhou novos contornos após a delação premiada de Gilmar de Jesus Santos, que revelou detalhes sobre a trama aos investigadores. O Ministério Público aponta que Gilmar de Jesus Santos e Odair atuaram diretamente na execução do plano que visava enganar as autoridades locais.

O primeiro inquérito policial sobre o episódio foi encerrado em fevereiro de 2024, mas a descoberta da farsa alterou o curso das apurações. O Ministério Público sustenta que o atentado nunca ocorreu conforme a versão inicialmente apresentada às forças de segurança. A audiência de instrução do caso foi agendada para ocorrer no Fórum de Taboão da Serra, com início previsto para as 13h.

Falso atentado contra prefeito

A delação de Gilmar de Jesus Santos foi o fator determinante para a mudança no entendimento do Ministério Público sobre o ocorrido. O depoimento do colaborador permitiu que os promotores identificassem a participação de Odair e dos demais envolvidos no planejamento da simulação. A Justiça agora busca localizar os foragidos para garantir a presença de todos os réus no julgamento.

A população de Taboão da Serra acompanhou o desenrolar das investigações que expuseram a manipulação de informações sobre a segurança do ex-prefeito. O desfecho do processo no tribunal do júri definirá a responsabilidade criminal de cada um dos envolvidos na farsa. A transparência do julgamento é aguardada pelos moradores da cidade para esclarecer os fatos que envolveram o uso de recursos públicos e policiais.

Justiça de São Paulo decide

O Poder Judiciário deve realizar a audiência de instrução de forma presencial para ouvir os envolvidos e testemunhas. A expectativa é que o tribunal do júri ocorra após a conclusão desta etapa processual obrigatória. As autoridades policiais seguem em busca dos três réus que ainda não foram capturados pelas forças de segurança.

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