Fábio Pereira de Oliveira morre após disparo acidental em SP

Fábio Pereira de Oliveira, guarda civil metropolitano de 33 anos, morreu na quarta-feira, 8 de julho de 2026, após ser atingido por um disparo acidental de arma de fogo. O incidente ocorreu dentro de uma viatura da corporação enquanto o agente trafegava pela Rua Augusta, na região da Consolação, centro de São Paulo. O profissional chegou a ser socorrido e encaminhado à Santa Casa de São Paulo, mas não resistiu aos ferimentos.

Morte de guarda municipal

A dinâmica do caso aponta que Fábio Pereira de Oliveira conduzia o veículo durante uma operação de patrulhamento quando se envolveu em uma colisão ao tentar realizar uma manobra de ultrapassagem. O impacto da batida, ocorrida no cruzamento com a Rua Caio Prado, provocou o disparo acidental da arma de uma colega de farda que ocupava o banco traseiro. A agente, que estava no local para prestar apoio operacional, permaneceu em estado de choque após o ocorrido.

A Polícia Civil apreendeu a pistola de calibre 9 milímetros utilizada pela guarda envolvida para realizar a perícia técnica. O caso foi registrado no 4º Distrito Policial da Consolação, que conduz as investigações sobre as circunstâncias da colisão e do disparo. A Prefeitura de São Paulo confirmou que um procedimento administrativo foi instaurado pela Corregedoria Geral da Guarda Civil Metropolitana para apurar as responsabilidades e os fatos.

Disparo acidental em São Paulo

A Secretaria de Segurança Urbana de São Paulo manifestou solidariedade aos familiares e colegas de corporação de Fábio Pereira de Oliveira por meio de nota oficial. O órgão reforçou que a administração pública acompanha rigorosamente o trabalho da Polícia Civil na apuração do episódio. A colega de farda, cuja identidade não foi divulgada, segue sob acompanhamento das autoridades competentes enquanto o procedimento administrativo tramita internamente.

O velório de Fábio Pereira de Oliveira está programado para esta quinta-feira, 9 de julho de 2026, no Cemitério do Araçá, localizado no bairro de Cerqueira César, na capital paulista. Após as cerimônias de despedida em São Paulo, o corpo do agente será trasladado para o município de Porto Rico, no Paraná, onde ocorrerá o sepultamento. O caso mobiliza as forças de segurança municipais, que revisam os protocolos de manuseio de armamento dentro de viaturas em movimento.

Investigação da Polícia Civil

A Corregedoria Geral da Guarda Civil Metropolitana dará continuidade ao procedimento administrativo para determinar se houve falha nos protocolos de segurança durante o patrulhamento. A Polícia Civil aguarda os laudos periciais do 4º Distrito Policial da Consolação para concluir o inquérito sobre a morte do agente. Não há previsão de novas manifestações oficiais da corporação até a conclusão das investigações em curso.

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